Opinião

Paulo Afonso - Bahia - 20/03/2017

Marcas do que se foi

Por Luiz Brito DRT 3.913 - luizbritoradialista@gmail.com
Divulgação

Ninguém diz o que devo ou não escrever. Ponha na sua cabeça! Nem o Papa. Todos podem discordar quantas vezes quiser, mas não queiram dizer o que devo fazer. Ainda porque já dizia o saudoso jornalista Nelson Rodrigues: “toda unanimidade é burra’. Mas o vereador Mário galinho (SD), foi inteligente ao participar de dois momentos distintos. No primeiro momento, pode até ter sido jogo midiático - quando foi veementemente contrário ao reajuste do salário do prefeito, dos vereadores e dos secretários. No segundo não que ele quisesse se auto intitular pai da criança, mas colocou em pauta a tão propalada ciclovia, cujo projeto estava enfiado até o talo nas gavetas do birô do secretário. Aliás, a Prefeitura acaba de autorizar a licitação da menina dos olhos de M galinho e MD (A ciclovia). Paternidade à parte, a história de Paulo Afonso está maculada pelo castelo de areia criado pelos políticos que deveriam cobrar da CHESF a volta do diálogo com a prefeitura a fim de viabilizarem o retorno do bondinho, a recuperação e povoamento da ilha do urubu, a recuperação e atualização do modelo reduzido, praças, jardins, lagos, cinemas, etc etc. Outra coisa, a segunda ponte, não é responsabilidade da prefeitura não, como alguns preconizam, é da CHESF. A culpa do caos no transito tem e deve ser atribuido unicamente a CHESF que deve ser culpada por tamanha injustiça com a população da terra que eles construíram com o esforço, o suor e a morte dos "cassacos" o complexo hidroeletrico que se  tivessem ligado mais um fio, teriam iluminado o Rio, São Paulo e toda nação. (Luiz Gonzaga).  

 

 


Busca


Rádio Betel

Enquete

Diante dos acontecimentos na política brasileira, como você pretende votar em 2018?





Votar Resultado
Adiquirindo resultado parcial. Por favor aguarde...


Todos os direitos reservados